Aqui você irá encontrar sugestões de atividades sobre a Grécia antiga. Planos de aulas,textos,vídeos e outros,tudo para você trabalhar de forma dinâmica e criativa com o tema Grécia antiga.
segunda-feira, 31 de março de 2014
sábado, 29 de março de 2014
Admeto e Alceste

Morte de Alceste - Sacrifício feito para salvar o seu amado
Alceste era a mais bela das filhas do rei Pélias. Por isso foi pedida em casamento por vários reis e príncipes. Mas para não arriscar sua posição política recusando alguns desses reis e príncipes, o rei Pélias declarou que àquele que conseguisse atrelar um javali e um leão em um mesmo carro de corrida e o dirigisse em torno do estádio, seria concedida a mão de Alceste.
Ao ter conhecimento disso, Admeto, rei de Feras, invocou o deus Apolo e rogou-lhe que o ajudasse a cumprir as exigências do rei Pélias para obter a mão de Alceste. E tendo-lhe atendido o deus, conseguiu Admeto, com uma mãozinha de Héracles, atrelar os animais e dirigir o carro puxado por esses ao redor do estádio.
Tendo sucesso na empreita, Admeto fez um sacrifício à deusa Artêmis antes de se casar com Alceste. Mas não se sabe por qual razão ele omitiu esse sacrifício, o que deixou a deusa furiosa, querendo rapidamente puni-lo. Na noite de núpcias do rei, não havia uma linda esposa esperando-o, mas um gigantesco nó de serpentes.
Recorrendo novamente ao deus Apolo, Admeto conseguiu que esse interviesse com a deusa, o que acabou acontecendo, pois ele ofereceu o sacrifício esquecido. Porém, para obter sua amada de volta o rei deveria, quando chegasse a hora, sacrificar sua vida, a não ser que algum membro da família o substituísse por amor a ele, sacrifício em nome do amor.
O dia inesperado da morte de Admeto chegou mais cedo que o imaginado. Hermes (deus mensageiro) entrou em seu palácio certa noite e o intimou ao Tártaro (lugar para onde vão os mortos). Desesperado, Admeto foi atrás de seus familiares implorando para que alguém sacrificasse sua vida em seu lugar, o que ninguém se dispôs a fazer. Admeto deveria aceitar seu destino e se sacrificar por amor.
Mas o trágico e também mágico é que, por amor, Alceste tomou veneno e se sacrificou por seu amado, indo para o Tártaro em seu lugar e cumprindo a promessa feita à deusa Artêmis.
Portanto, quem se sacrifica por alguém, acaba sendo recompensado, pois o amor sempre se identifica no outro que nos completa. E Alceste completou Admeto que a tinha trazido de volta.
Por João Francisco P. Cabral
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
quinta-feira, 27 de março de 2014
ORFEU E DIONÍSIO: DOIS CULTOS DIFERENTES
Dois cultos merecem destaque especial dentro da religiosidade grega: o dedicado a Orfeu, de cunho espiritual e o de Dionísio, espelho da própria natureza. Eles não pertencentes à tradição homérica ou hesiodíaca, possuindo, segundo alguns, uma orígem fora da Égide, na Trácia; segundo outros, o culto a Dionísio tem origem na civilização micênica anterior aos aqueus, constituindo uma vertente do orfismo, do qual se libertaria posteriormente.
O
culto a Orfeu foi a origem à iniciação de Eleuses, precursora de
religiões que surgiriam mil anos após. As “orgias”, seus rituais
órficos, buscavam a purificação da alma, visando recompensas em outra
vida. Os órficos- que desenvolveram o conceito da reencarnação da
energia através da metempsicose, derivavam sua religiosidade da descida e
volta de Orfeu ao reino subterrâneo, de sua ressurreição e do
conhecimento adquirido após a tentativa infrutífera de reviver seu amor,
Eurídice, morta devido a uma picada de serpente e enviada ao reino de
Hades.Enquanto o culto a Dionísio aproximava o homem da natureza e liberava seus instintos, o Orfismo, no seu misticismo ensinava aos homens o caminho da boa morte, da busca da recompensa no reino de Hades e Perséfone, ensinando as almas a se afastar do rio Letes e beber das fontes da Mnemósine, obtendo as boas graças dos espíritos guardiões das fontes, devido a boas ações praticadas em vida. Esta foi a única corrente que, na Grécia antiga, associou a prática do bem com recompensas "post-mortem". O orfismo foi apropriado por Pitágoras e constituiu a base, despido de suas celebrações e rituais, da parcela mística da concepção filosófica de Sócrates, dois séculos após.
Mas, contrariamente ao orfismo que possui uma presença marginal dentro da cidade grega, passemos ao culto do “deus máscara”. Existe aqui uma ruptura com os deuses olímpicos. Em seu culto, este deus não se contenta com momentos de piedade que para com ele tenham os homens, pois diferentemente de todos os outros deuses, a Dionísio não bastam orações e sacrifícios pois na sua relação com os homens não há o “dar e receber”, não há moeda de troca, que constituia a tônica de toda a religiosidade vista até agora.
Dionísio é o deus que somente se satisfaz com o total arrebatamento, sua satisfação somente se esgota no abranger de todo o ser humano; Dionísio é o deus que permite o êxtase, a ultrapassagem das medidas, aquele que é capaz de conduzir os mortais desde o mais profundo horror ao mais alto patamar da realização da alma. O deus-máscara, não incidentalmente, metamorfoseia-se em um humano e age como tal, de uma maneira diferente que todos os deuses homéricos, pois, enquanto estes apenas “fingem” serem homens e a carapaça humana é usada tão somente para o envólucro divino, Dionísio assume-se como homem divinizado, ou deus humanizado. Por isto Dionísio é o deus que possui a habilidade de arrastar o ser humano à felicidade e ao autoconhecimento supremo, assim como à loucura e à destruição.
Portanto, o culto a Dionísio leva o homem a assumir-se enquanto instinto, enquanto natureza viva. A tendência a ver Dionísio somente como o deus inventor do vinho- esta graça dada aos homens-, não engloba seus atributos, sendo apenas parcela dos mesmos. A essência íntima da própria natureza- a seiva, o mais profundo e íntimo da natureza- representado pelo vinho, é pelo deus colocado a serviço do homem.
Nietzsche assinala: “sob a magia do dionísico torna a selar-se não somente o laço de pessoa a pessoa, mas tambem a natureza alheada, inamistosa ou subjulgada volta a celebrar a festa de reconciliação com seu filho perdido, o homem”. Aqui vale uma observação importante. O culto a Dionísio e as orgias báquicas instalaram-se, primeiramente, no seio dos camponeses da Ásia Menor, entremeados aos rituais de fecundação da terra.

Gradualmente, entretanto, foram se extendendo por toda a Grécia, não sem gerar reações dos aristocratas, dos reis e governantes, que resistiam às bacanais.
“As Bacantes”, uma das derradeiras tragédias de Eurípedes retrata a resistência da aristocracia ao dionísico, que é representada pelo rei Penteu, assim como a sua submissão e esquartejamento no culto do deus-máscara. Não por acaso as báquides eram mulheres – matronas e donzelas- a se libertarem momentaneamente de um mundo patriarcal pelo “entusiasmo” propiciado pelo vinho, em rituais de danças em contato íntimo e direto com a natureza. Uma das bases deste comportamento aristocrático era a religiosidade “fechada”. Ora, o culto a Dionísio rompe com este poder ao tornar as bacanais festas populares, incorporando mulheres, servos e clientes. O dionisismo é componente importante da própria democracia no âmbito cívico-religioso. Justamente neste momento devemos realizar o correto contraponto, a “sophrosine” tão ao gosto dos gregos.
Enquanto muitos povos tiveram apenas e tão somente seus “dionísios”, seus libertadores do espírito e dos instintos, mesmo dos mais recônditos, dos mais violentos e libertinos, que possibilitavam a mistura incontida de volúpia e crueldade, erguia-se para os gregos, no mesmo patamar de importância, a figura monumental e sóbria de Apolo, ou, voltando-se a Nietzche, “o sonho se opondo à embriaguês”. O sonho de um mundo dirigido pela verdade, pelo “logos” da sabedoria, pela beleza fulgurante do sol, gerador da beleza do mundo onírico, formatado pela consciência. Foi o deus délfico, Apolo quem “restringiu-se a retirar de seu poderoso oponente as armas destruidoras, mediante uma reconciliação concluída no seu devido tempo”.
Enquanto o carro que conduz Dionísio está coberto de flores e grinalda, conduzido que é pela pantera e pelo tigre, trazendo ao homem a liberdade, permitindo-lhe que “viva” e libere seus instintos e seu inconsciente, que busque seu “extasis”, surge com o seu caminhar alado, lado a lado, outro carro, aquele do deus Apolo, rodeado por suas Musas a dançar e a cantar ao rítmo ditado por uma cítera, ele, o próprio portador da harmonia, da beleza onírica, da verdade, do poder do “logos”, com coroa de louros premonitória doada por Dafne. E é fruto desta união, do conflito e da harmonização entre Dionísio e Apolo, entre o consciente e o inconsciente, da natureza e da consciência humana, que nasceu o melhor da arte grega e, quiça, da arte de todos os tempos.
Carlos Russo Jr.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Mitologia grega

Ao escutarmos a
palavra "mitologia", quase automaticamente a associamos à palavra
"grega". De fato, a mitologia grega ganhou destaque sobre a mitologia de
vários outros povos pelo própria influência que a civilização e o
pensamento grego exerceram sobre o mundo, em particular sobre o
Ocidente. Para se ter uma idéia dessa influência, basta lembrar que a
filosofia e a matemática, por exemplo, são "invenções" gregas.
Da mesma maneira, a maioria das palavras que dão nome às ciências têm origem grega: física, geografia, biologia, zoologia, história, etc. Também vêm do grego as palavras que designam os relacionamentos dos seres humanos entre si e em sociedade. É o caso de palavras essenciais, como ética, política e democracia.
Da mesma maneira, a maioria das palavras que dão nome às ciências têm origem grega: física, geografia, biologia, zoologia, história, etc. Também vêm do grego as palavras que designam os relacionamentos dos seres humanos entre si e em sociedade. É o caso de palavras essenciais, como ética, política e democracia.
Herança grega
Se conseguimos compreender a importância da herança grega para nossa civilização contemporânea - que está cerca de 3000 anos distante dela - não é difícil imaginar a influência que os gregos exerceram nas civilizações que lhes eram mais próximas em termos temporais. É o caso dos romanos, por exemplo, que dominaram a Grécia política e militarmente. No entanto, culturalmente, adaptaram-se aos modelos gregos.
Mas podemos ir mais além. Se o fim do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C., representa o fim da influência greco-romana nos padrões culturais do mundo ocidental, que passou a ser modelado pelo cristianismo, por outro lado, a cultura e a mitologia greco-romana são retomadas ao fim da Idade Média no período que ficou conhecido como Renascimento, bem como no século 18, quando se desenvolve um movimento cultural conhecido como Neoclassicismo.
Se conseguimos compreender a importância da herança grega para nossa civilização contemporânea - que está cerca de 3000 anos distante dela - não é difícil imaginar a influência que os gregos exerceram nas civilizações que lhes eram mais próximas em termos temporais. É o caso dos romanos, por exemplo, que dominaram a Grécia política e militarmente. No entanto, culturalmente, adaptaram-se aos modelos gregos.
Mas podemos ir mais além. Se o fim do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C., representa o fim da influência greco-romana nos padrões culturais do mundo ocidental, que passou a ser modelado pelo cristianismo, por outro lado, a cultura e a mitologia greco-romana são retomadas ao fim da Idade Média no período que ficou conhecido como Renascimento, bem como no século 18, quando se desenvolve um movimento cultural conhecido como Neoclassicismo.
Religião e arte
Por outro lado, é importante deixar claro que a mitologia grega ou greco-romana, em suas origens mais remotas está ligada a uma visão de mundo de caráter religioso. Ao contrário, à medida que avançamos no tempo em direção aos nossos dias, a mitologia vai se esvaziando do significado religioso e ganhando, principalmente, um caráter artístico. Em outras palavras, no século 15, ao retratar uma deusa greco-romana como Vênus, o pintor Sandro Botticelli não a encarava como uma entidade religiosa, mas como um ideal estético de beleza.
Na verdade, mesmo em termos de Antigüidade, é muito difícil fazer uma separação entre mitologia e arte. A arte da Grécia antiga, por exemplo, trata essencialmente de temas mitológicos. E foi através da arte que tomamos contato com a mitologia grega: além de uma grande quantidade de templos (arquitetura), de esculturas, baixo-relevos e pinturas, a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Em especial, podemos destacar a obra de Homero, a "Ilíada" e a "Odisséia", que datam provavelmente do século 9 a.C., e a de Hesíodo, "Teogonia", escrita possivelmente no século seguinte.
Por outro lado, é importante deixar claro que a mitologia grega ou greco-romana, em suas origens mais remotas está ligada a uma visão de mundo de caráter religioso. Ao contrário, à medida que avançamos no tempo em direção aos nossos dias, a mitologia vai se esvaziando do significado religioso e ganhando, principalmente, um caráter artístico. Em outras palavras, no século 15, ao retratar uma deusa greco-romana como Vênus, o pintor Sandro Botticelli não a encarava como uma entidade religiosa, mas como um ideal estético de beleza.
Na verdade, mesmo em termos de Antigüidade, é muito difícil fazer uma separação entre mitologia e arte. A arte da Grécia antiga, por exemplo, trata essencialmente de temas mitológicos. E foi através da arte que tomamos contato com a mitologia grega: além de uma grande quantidade de templos (arquitetura), de esculturas, baixo-relevos e pinturas, a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Em especial, podemos destacar a obra de Homero, a "Ilíada" e a "Odisséia", que datam provavelmente do século 9 a.C., e a de Hesíodo, "Teogonia", escrita possivelmente no século seguinte.
Homero e Hesíodo
Essas três obras podem ser consideradas as fontes básicas para o conhecimento da mitologia grega. A "Teogonia" narra a origem dos deuses (Theos, em grego, significa deus). Já a "Ilíada" e a "Odisséia" tratam de aventuras de heróis, respectivamente Aquiles e Odisseu, embora a participação dos deuses em ambas as narrativas sejam fundamentais. No entanto, além delas existem ainda muitas outras obras antigas que têm como personagens entidades mitológicas - sejam deuses, semi-deuses ou heróis.
Entre elas, merecem destaque as tragédias (obras teatrais) de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, pois através delas conseguimos perceber com maior facilidade o significado simbólico que os mitos têm para a própria existência humana. Por meio delas, talvez se evidencie mais o significado que os mitos têm em termos psicológicos, que acabaram levando psiquiatras como Sigmund Freud e Carl Jung a analisar o significado dos mitos.
Vamos deixar de lado, porém, o significado ou os significados dos mitos. Tudo o que se disse até agora teve como exclusiva função apresentar o contexto que envolve os mitos apenas para podermos apresentar a você, leitor, os próprios mitos, ou melhor, pelo menos alguns deles.
Essas três obras podem ser consideradas as fontes básicas para o conhecimento da mitologia grega. A "Teogonia" narra a origem dos deuses (Theos, em grego, significa deus). Já a "Ilíada" e a "Odisséia" tratam de aventuras de heróis, respectivamente Aquiles e Odisseu, embora a participação dos deuses em ambas as narrativas sejam fundamentais. No entanto, além delas existem ainda muitas outras obras antigas que têm como personagens entidades mitológicas - sejam deuses, semi-deuses ou heróis.
Entre elas, merecem destaque as tragédias (obras teatrais) de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, pois através delas conseguimos perceber com maior facilidade o significado simbólico que os mitos têm para a própria existência humana. Por meio delas, talvez se evidencie mais o significado que os mitos têm em termos psicológicos, que acabaram levando psiquiatras como Sigmund Freud e Carl Jung a analisar o significado dos mitos.
Vamos deixar de lado, porém, o significado ou os significados dos mitos. Tudo o que se disse até agora teve como exclusiva função apresentar o contexto que envolve os mitos apenas para podermos apresentar a você, leitor, os próprios mitos, ou melhor, pelo menos alguns deles.
A luta pelo poder
É
interessante começar dizendo que os gregos não acreditavam que o
universo tivesse sido criado pelos deuses. Ao contrário, eles
acreditavam que o universo criara os deuses. Antes de mais nada,
existiam o Céu e a Terra, que geraram os Titãs, também chamados de
deuses antigos. O mais importante deles foi Cronos (ou Saturno, para os
romanos), que reinou sobre todos os outros. No entanto, o Destino - uma
entidade à qual os próprios deuses estavam submetidos - determinara que
Cronos seria destronado por um de seus filhos. Por isso, mal eles saíam
do ventre materno, Cronos os devorava.
Réia, sua mulher, resolveu salvar seu último filho, escondendo-o do marido. Este filho, Zeus, cumpriu a profecia, destronou Cronos e retirou de seu estômago todos os irmãos que haviam sido devorados. Com eles, Zeus passou a reinar sobre o mundo, de seu palácio no topo do monte Olimpo. A corte de Zeus era formada por outros onze deuses, seus irmãos, sua esposa e seus filhos, como se vê no quadro que segue:
Réia, sua mulher, resolveu salvar seu último filho, escondendo-o do marido. Este filho, Zeus, cumpriu a profecia, destronou Cronos e retirou de seu estômago todos os irmãos que haviam sido devorados. Com eles, Zeus passou a reinar sobre o mundo, de seu palácio no topo do monte Olimpo. A corte de Zeus era formada por outros onze deuses, seus irmãos, sua esposa e seus filhos, como se vê no quadro que segue:
Os doze deuses olímpicos
| Nome grego | Nome latino | Características |
| Zeus | Júpiter | Era o senhor do céu, o deus das nuvens e das chuvas, e tinha no raio a sua maior arma. No entanto, não era onipotente. Era possível opor-se a ele ou mesmo enganá-lo. |
| Poseidon | Netuno | Irmão de Zeus, era o senhor do mares e ocupava o segundo lugar na hierarquia do Olimpo. |
| Hera | Juno | Irmã e mulher de Zeus. Era a protetora dos casamentos. Muito ciumenta, vingava-se sempre dos constantes relacionamentos adúlteros do marido. |
| Hades | Plutão | Dominava o mundo subterrâneo, onde habitavam os mortos: o Tártaro, onde eram punidos os vilões, o Elíseo, onde eram recompensados os heróis. |
| Palas Atena | Minerva | Gerada da cabeça de Zeus, era sua filha favorita e a deusa da sabedoria. |
| Apolo | Febo | Filho de Zeus e Leto, era identificado com o Sol e considerado o deus da música e da cura - artes que ensinou aos homens |
| Ártemis | Diana | Irmã gêmea de Apolo, era a deusa da caça e da castidade. |
| Afrodite | Vênus | Deusa do amor e da beleza, que a todos seduzia, fossem deuses ou simples mortais. |
| Hermes | Mercúrio | Filho de Zeus e mensageiro dos deuses, dos quais era o mais esperto ou astuto. Por isso, protegia comerciantes e ladrões. |
| Ares | Marte | Filho de Zeus e Hera, é o deus da Guerra, considerado, por Homero, "a maldição dos mortais". |
| Hefesto | Vulcano | Deus do fogo, ferreiro e artesão, que fabricava os utensílios e as armas de deuses e heróis. |
| Héstia | Vesta | Era o símbolo do lar e foi mais cultuada pelos romanos que pelos gregos. Fonte: Portal UOL |
Assinar:
Postagens (Atom)